Guia das Olimpíadas: tudo sobre o Triatlo em Tóquio

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Os atletas de triatlo que buscam a consagração nas Olimpíadas de Tóquio terão um chance extra de pódio: pela primeira vez na história um programa olímpico contará com a introdução de uma disputa de revezamento misto.

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E tudo em meio a um cenário de tirar o fôlego: a disputa começa com um mergulho em águas abertas junto à icônica Ponte do Arco-Íris, que liga Odaiba e o Cais Shibaura, na capital japonesa.

A modalidade passou a  fazer parte do programa olímpico em Sidney (2000) e estima-se que meio milhão de pessoas fizeram fila nas ruas para assistir ao primeiro episódio dessa história de sucesso. A suíça Brigitte McMahon e o canadense Simon Whitfield foram os vencedores da edição, pouco mais de uma década atrás.

Parque Marinho de Odaiba

Em Tóquio, 110 competidores participam da disputa no total, e ela acontece em um percurso já familiar para os entusiastas e atletas da modalidade que já estiveram em competições de triatlo em solo japonês: há 20 anos as provas nacionais são realizadas tendo o mesmo cenário e desafios.

A baía de Odaiba, nas proximidades da já famosa Ponte do Arco Íris, receberá o curso de natação. As etapas de ciclismo e corrida para os eventos individuais acontecerão no parque que fica exatamente ao redor da baía.

Formato e particularidades

A disputa, nesta edição dos Jogos, será separada em três categorias: masculino, feminino e o até então inédito em Olimpíadas revezamento misto, que encerra as disputas do triatlo em Tóquio.

A etapa de natação terá 1,5 km  e consiste em duas voltas no chamado ‘Parque Marinho de Odaiba’, seguida por oito voltas no percurso de 40 km de bicicleta e, quatro finalizando, voltas de 2,5 km cada para fechar com a corrida de 10 km.

Entretanto, a distância muda para a prova de revezamento misto, que conta com quatro atletas (duas mulheres e dois homens), cada um completando 300m de natação, 8km de bicicleta e 2km de corrida.

Estrelas, apostas e brasileiros na briga

Luísa Baptista, Vittoria Lopes e Manoel Messias serão os representantes brasileiros no triatlo em Tóquio. Luísa e Vitoria terão os números 45 e 46, respectivamente, enquanto Manoel terá o número 34. Estar entre os 20 primeiros na classificação geral, a princípio, é o principal objetivo dos triatletas brazucas – mas eles garantem que vão prontos para lutar por um lugar no pódio.

O destaque internacional fica com Jonathan Brownlee, que representará a família e defenderá o ouro e a prata nos Jogos, após a polêmica que envolveu seu irmão e grade favorito, Alistair Brownlee, desclassificado no Mundial e sem vaga nos Jogos. Alex Yee venceu a última etapa do Circuito Mundial em Leeds, na Inglaterra, e entra também na briga.

Entre as mulheres, a disputa ficará provavelmente entre os Estados Unidos e a Grã Bretanha, que dominam o ranking mundial. A norte americana Katie Zaferes é a grande favorita, seguida pelas britânicas Georgia Taylor-Brown e Jessica Learmonth. A briga continua entre outra norte-americana, Taylor Spivey, e a britânica Vicky Holland, que vem em ótima forma.

O revezamento misto é a única prova que não contará com brasileiros. Para se classificar era necessário estar entre os sete primeiros no ranking do revezamento ou se classificar no pré-olímpico realizado em Lisboa. Também estarão no revezamento os países que classificaram no mínimo dois atletas de cada gênero, como é o caso do México.

Confira a programação do triatlo em Tóquio, no horário do Brasil

Domingo, 25 de julho – 18h30 (horário do Brasil)

Triatlo Masculino

Segunda, 26 de Julho – 18h30 (horário do Brasil)

Triatlo Feminino

Sexta, 30 de julho – 19h30 (horário do Brasil)

Revezamento Misto


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