O Festival Rocky Spirit GOfit 2020 foi um sucesso e a gente não vê a hora de curtir a próxima edição, em 2021. Mas se você está com saudade dos filmes e quer rever os melhores, ainda dá tempo de assistir algumas produções. Os sete filmes vencedores da décima edição vão estar disponíveis até sexta-feira (04) para o público conferir no site do festival.

As produções foram escolhidas pelo público, por meio de votação online, e um júri formado por jornalistas, fotógrafos e cineastas escolhem os melhores filmes.

Confira abaixo os vencedores do Festival Rocky Spirit GOfit 2020.

Filmes vencedores do Festival Rocky Spirit GOfit 2020

ESCOLHA DO PÚBLICO

Melhor filme nacional – “Origens, A Grande Escalada”

Em “Origens”, o brasileiro Cesar Grosso reencontra e realiza um antigo sonho: conquistar em livre (sem ajuda de equipamentos de proteção além da corda) o Teto do Baú, uma das vias mais desafiadoras e emblemáticas do país. Além da dificuldade técnica da via, Cesar teve que enfrentar a fadiga de quase um mês de tentativas, dias de clima adverso e a própria mente. Assista aqui.

Melhor filme internacional – “The Imaginary Line”

O governo dos Estados Unidos declarou Em fevereiro de 2019,  declarou “estado nacional de emergência” na fronteira sul do país. Em um ato de solidariedade, uma equipe do México e uma dos EUA reuniram-se com o único objetivo de montar um slackline que unisse os dois lados da fronteira. “Em um mundo que está constantemente nos separando, nos juntamos para atravessar essas linhas imaginárias e contar uma história diferente”, diz o diretor, Kylor Melton. Assista aqui.

ESCOLHA DO JÚRI

Melhor filme nacional – “Origens, A Grande Escalada”

O melhor filme nacional pela escolha do júri receberá um prêmio de R$ 2.000,00.

Melhor filme internacional com até 10 minutos – “Limitless”

O neozelandês Jezza Williams, guia de expedições internacionais, “cometeu um erro”. Ao mergulhar em uma piscina no fundo de um cânion, bateu a cabeça em uma pedra. Agora tetraplégico, precisou se reinventar. Fundou uma organização sem fins lucrativos, que inicia e facilita a inclusão de pessoas com deficiência em esportes de aventura. Assista aqui.

Melhor filme internacional com mais de 10 minutos – “Unnur”

O fotógrafo islandês Elli Thor vive com sua filha Unnur – que recebeu o nome da filha do deus do mar – em uma cabana perto da praia. Quinze anos depois de sobreviver a uma experiência de quase morte enquanto fazia canoagem, o sentido da vida, para Elli, é surfar e viver de modo simples com a filha. “Unnur” é um documentário sobre um pai que tenta dar à filha a coragem de seguir seu próprio caminho. Assista aqui.

Prêmios Especiais:

PRÊMIO GO OUTSIDE – Escolha da redação da Go Outside

“United States of Joe’s”

O campo de boulders no Condado de Emery, Utah, era tudo o que um escalador poderia pedir, mas os escaladores “punks” de Salt Lake City, que chegaram nos anos 1990, pareciam uma cultura alienígena para os descendentes de colonos mórmons que habitavam o vale de Joe. O confronto de culturas entre escaladores “dirtbags” e fazendeiros tradicionais é capturado em imagens de arquivo e descrito por memórias. Para encontrar um denominador comum e quebrar barreiras, foi organizado um inusitado festival comunitário. Assista aqui.

PRÊMIO HARDCORE – Escolha da redação da Hardcore

“Surf Cuba”

Em Cuba, os assuntos principais são boxe e beisebol, mas há também um pequeno grupo de fissurados por esportes outdoor. De surfistas de longa data que passam sua paixão às gerações seguintes a skatistas que vão de carona para melhores points, esses atletas criaram uma comunidade. Sem oportunidades econômicas ou apoio governamental para o esporte, eles confiam na criatividade e resistência para encontrar equipamentos, transporte e o que mais for necessário para levar a paixão adiante. Assista aqui.

PRÊMIO VIDEOCAMP – Escolha da Plataforma Videocamp para filme com maior potencial de impacto

“Refuge”

Nascida em um campo de refugiados na fronteira entre Tailândia e Camboja antes de imigrar para os EUA, Piseth Sam se pergunta o que a torna diferente. A jovem encontra respostas ao escalar e ensinar esse esporte a outras mulheres. “Permitir-me me sentir impotente, permitir-me não saber tudo foi a maior mudança para mim… Agora, todas as coisas que costumavam me causar insegurança são o meu poder”. Assista aqui.