4 razões para a dor no peito do pé

dor no peito do pé

Mesmo que você trabalhe todo o seu corpo quando estiver correndo (incluindo braços, quadris e core), seus pés suportam muito esforço. Por isso, é assustador quando você começa a sentir dor no peito do pé. A boa notícia é: você saberia se tivesse uma fratura ou a ruptura de um ligamento, tendão ou músculo.

>> Siga a Go Outside no Instagram

Em outras palavras, se você sente um início de dor (e não uma dor forte súbita e insuportável) durante um momento em que você aumentou seu volume de treino ou frequência, é bem improvável ser uma fratura óssea ou ruptura de tendão ou ligamento.

As más notícias? Esse problema pode se transformar em uma fratura se você não for cuidadoso. Em corrida, o problema é quando sempre o excesso: correr muito, aumentar o volume cedo demais, correr com muita frequência, correr por muito tempo.

0

Quando o problema está no início e ainda não é grave, repouso por alguns dias para dar tempo do corpo se recuperar e ajustes para evitar a sobrecarga resolvem. Se depois de uma semana de pausa a dor no pé não melhorar, contudo, é melhor procurar um médico.

Enquanto isso, aqui está o que poderia estar causando sua dor e o que você pode fazer a respeito.

Razões para a dor no peito do pé

Você tem tendinite

Muitas pessoas associam tendinite com dor no joelho, mas essa também é uma causa comum de dor no peito do pé.

É possível desenvolver uma tendinite dos tendões tibiais anteriores, que vão do meio da perna até o meio do pé. Neste caso, a dor fica concentrada no meio do pé e no peito do pé, perto do dedão.

Você também pode ter dores nas canelas já que o tendão começa perto de suas canelas.

O que fazer: Além de aplicar gelo e tomar um antiinflamatório, você também pode fazer exercícios para fortalecer os dedos e aliviar o estresse do tendão, juntamente com a dorsiflexão (flexionando o pé em direção a sua canela).

Este tipo de dor no pé é freqüentemente encontrado com os tipos de pé alto, portanto ortopedia personalizada também pode ser útil.

Você tem uma fratura por estresse no metatarsal

Existem cinco ossos metatarsais no centro do pé, e você pode desenvolver uma fratura por estresse na região se correr muito e muito rápido. Ficar um tempo parado e voltar de onde parou, sem levar em conta que o corpo está destreinado, também pode levar a este tipo de fratura.

Fique atento ao inchaço e dor concentrados na parte superior do pé sobre os ossos. Se o pé estiver inchado a ponto de você não conseguir mais ver suas veias, acenda o alerta.

O que fazer: consulte o seu médico. As fraturas por estresse exigem um plano de tratamento mais agressivo e tempo até que elas se curem.

Caso contrário, você corre o risco de criar uma fratura completa ou outra fratura por estresse. E você não quer ficar todo este tempo longe da corrida, certo?

Você tem “doença de vampiro”

A doença de vampiro é um termo coloquial para irritação na parte superior do pé. Às vezes acontece quando os corredores usam tênis muito apertados. Você pode rastrear a dor exatamente até onde a lingueta do tênis toca o topo de seus pés.

O que fazer: Felizmente, você pode resolver esse problema soltando seus cadarços ou comprando outro par de tênis. A dor deve desaparecer dentro de duas a quatro semanas, como a inflamação também diminuirá.

Você tem um neuroma

Neuromas do antepé são nervos inflamados e inchados que viajam perto dos metatarsos e trazem uma sensação de queimação. Também pode aparecer uma dor aguda que vai do pé até os dedos dos pés.

Não há muito espaço entre os metatarsos, então um nervo inflamado e inchado pode se agravar rapidamente. A causa desse agravamento? Tênis muito pequenos ou muito apertados em torno do antepé.

O que fazer: Procure um modelo com mais espaço no antepé. Além disso, aplique gelo e tome um anti-inflamatório.

As alterações de sensibilidade no pé também podem ser causadas por doenças vasculares, doenças metabólicas e por raízes nervosas irritadas no nível da coluna. Portanto você ainda deve consultar um médico por precaução.

Você provavelmente precisará fazer uma ressonância magnética ou um ultra-som para ver o neuroma.

-Publicidade-