Trilhas Abertas é um grande banco de dados de atrativos naturais do Brasil

Por Thaís Valverde

Quer saber quantas cachoeiras, cavernas, serras, trilhas ou unidades de conservação existem próximas a sua cidade? Acesse o Trilhas Abertas.

O projeto desenvolvido pelo analista de sistema Guilherme Alexsander é um dos maiores banco de dados de informações de atrativos naturais do Brasil.

O Trilhas Abertas oferece um panorama completo em que o usuário pode ver o que existe de atrativos em termos de cidade, município, estado, unidade de conservação ou até mesmo saber o que existe em volta de um outro atrativo.

Ranking de cachoeiras por estados extraído do Trilhas Abertas

Além disso, no site é possível ranquear as cidades com maior número de cachoeiras ou cavernas, por exemplo. “O objetivo é, na verdade, ser um sistema de descoberta. Você pode descobrir, por exemplo, qual a cachoeira mais isolada do Brasil. Ou então descobrir uma cidade cheia de atrativos e que você nem suspeitava”, explica o desenvolvedor do projeto.

 

O sistema utilizou informações do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas (CECAV), ICMBio, IBGE e indiretamente de outras instituições brasileiras. “A base de dados resultou numa enorme coleção de mais de 2000 cachoeiras, mais de 8000 cavernas, milhares de unidades de conservação”, disse Guilherme. Os dados são atualizados semanalmente.

O Trilhas Abertas derivou de outro projeto, o Trilhas Perdidas. No Trilhas Perdidas, também desenvolvido por Guilherme, ele mapeava locais pouco explorados Brasil, sem referências e desconhecidos. “Mas com o tempo, fomos também divulgando materiais sobre as técnicas que utilizamos (que chamamos de Exploração Virtual) e lançando ‘produtos’ secundários. Um desses produtos é o Trilhas Abertas.”

Os próximos passos do projeto é permitir que os usuários informem o nível de preservação do local, integrar com informações de guias de turismo atuantes na região e inserir informações sobre locais pouco explorados (mediante de login de usuário e convite). Atualmente, quem quiser colaborar pode mandar um e-mail para trilhasperdidas@gmail.com.